Ruínas romanas,
sobrancelhas das Cariátides
atravessam a rua schizophrenia
& não levam em consideração
os parabrisas que te saúdam em vão
& abatemos a razão,nossa caça,
com o caça de nossa força aérea,
nossa febre terçã,os dias d.
Estamos em Kali-Yuga a ferro & fogo forjados,
pelo mesmo sentimento dragados
& não vimos ainda nenhum cavalo branco
& muito menos ouvimos seus cascos
de dentro da concha etérea
riscando a porcelana
ouro & branco dos tímpanos
Vemos o vidraceiro gritando
de dentro do espelho,
Eu colo seus cacos
e arrumo uma nova moldura para você voltar!
domingo, 20 de maio de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário